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my cinnamon heart

bem-estar, mindfulness, minimalismo

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28
Out20

Regresso aos Desafios Semanais

Em Setembro de 2019, comecei a escrever posts sobre um estilo de vida mais saudável que incluía alterações na alimentação que pus em prática para diminuir o nível de inflamação no organismo. Tinha muitas dores nas articulações devido à minha doença e foi através da alimentação que consegui livrar-me delas e de todos os medicamentos para controlar a dor!

Teve um grande impacto na minha vida pois passei da cama e sofá, devido às dores horríveis que tinha, a participar em caminhadas oficiais. A última que realizei foi de 5 km!

Estamos a viver uma fase muito difícil e precisamos de uma motivação extra para pormos em prática alguns objetivos. Sei que tenho algumas leitoras que gostariam de começar ou recomeçar, daí estar a fazer um apanhado daquilo que já tinha partilhado aqui.

 

Então, para as leitoras que já me liam e também para as mais recentes que querem começar, ficam aqui os desafios para os próximos dias da semana:

5f, 29 de Outubro - Eliminar bebidas gaseificadas e aumentar a ingestão de água ou chá.

6f, 30 de Outubro - Cortar no sal e usar especiarias.

Sábado, 31 de Outubro - Trocar o leite animal por leite vegetal.

Domingo, 1 de Novembro - Caminhar 30 minutos por dia e comer mais fibras.

 

Onde podes encontrar fibras?

 

  • Na fruta: Maçã, Pera, Kiwi, Laranja, Manga, Papaia, Abacate, Ameixa (incluindo as ameixas secas) e Frutos Vermelhos
  • Nos vegetais: Ervilhas, Cenoura, Brócolos, Espinafres, Couves de Bruxelas
  • Nos frutos secos e sementes: Amêndoa, Noz, Pistácio, Coco ralado, Linhaça, Sementes de Chia, Sementes de Abóbora

 

tabela paint.png

'Bora lá (re)começar?

 

 

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24
Out20

Dizem que é para atrasar o relógio...

... mas, desta vez, altero é tudo o resto.

 

Dia 25 é suposto atrasarmos o relógio uma hora. Teremos mais uma hora para dormir mas, será que compensa?

Os dias escurecem mais cedo e, nestes últimos anos, talvez pela idade cada vez mais a tender para os -enta ou pela doença crónica, tenho sentido mais consequências destas mudanças de horário. Tenho tido tendência a ficar deprimida até chegar novamente o horário de Verão.

 

Há vários estudos que indicam que estas duas alterações de horário por ano têm, de facto, consequências na nossa saúde, como:

  • dores de cabeça intensas
  • alterações de humor
  • capacidade de alerta diminuído
  • maior risco de cancro (OMS - devido à constante exposição a luz artificial)

 

Decidi, desta vez, fazer diferente. O meu relógio não vai atrasar. Vou continuar a comer às mesmas horas, a levantar-me e a deitar-me às mesmas horas. Vou mudar os horários na agenda para não me esquecer que o resto do mundo terá um horário diferente que o meu e espero não deixar nada pendurado...

 

Talvez no início seja uma trapalhada mas depois conto como está a correr esta experiência

 

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05
Out20

A catástrofe na ansiedade

A pandemia atual, para além de todos os efeitos que causou, teve também impacto na saúde mental.

Quando somos submetidos a níveis elevados de stress, a ansiedade pode aumentar e, desde que a pandemia começou, sei que há muito mais pessoas a queixarem-se de perturbações no sono. Li vários relatos de pessoas que acordam com o coração aos saltos e outros episódios que, no fundo, não passam de sintomas de ansiedade...

 

As pessoas mais ansiosas sofrem por antecipação. Por exemplo, há quem não goste de falar em público e, nos dias anteriores, comece a imaginar que a apresentação vai correr mal, não se vai lembrar do que planeou dizer ou não vai corresponder às expectativas do público, que a voz ou as pernas vão tremer... No limite, vai ser uma catástrofe. Imagina-se o pior.

 

Eu, por exemplo, sou claustrofóbica. Fazer uma ressonância magnética em máquina fechada é uma tortura para mim. Para outros, não tem problema nenhum, até adormecem durante o exame. Eu, por muito que tente racionalizar, que saiba que todos aqueles barulhos durante o funcionamento da máquina são normais, não consigo evitar imaginá-la a quebrar-se toda sobre mim e ficar lá presa.

 

Mas a meditação ajuda-me imenso! Por isso, se te tens sentido mais ansioso, experimenta meditar. São poucos minutos e o resultado é muito bom, alivia imenso!

 

Há poucos dias, enquanto ouvia uma meditação guiada, conheci o seguinte conto:

"Numa aldeia, um camponês quando acordou, apercebeu-se que o seu cavalo tinha desaparecido e os seus vizinhos ao saberem do desaparecimento do cavalo disseram-lhe que ele tinha tido muito azar. Mas o camponês apenas respondeu - Talvez...

No dia seguinte, o cavalo apareceu e consigo vierem dois cavalos selvagens. Os vizinhos ficaram felizes e disseram-lhe que tinha tido muita sorte. Mas o camponês apenas respondeu - Talvez...

Uns dias mais tarde, o filho do camponês tentou domar um dos cavalos selvagens e montá-lo. Mas o cavalo atirou-o ao chão e o filho do camponês ficou para sempre manco devido à queda. Os vizinhos lamentaram o sucedido, disseram-lhe que tinha tido muito azar. Mas o camponês apenas respondeu - Talvez...

Umas semanas mais tarde, na aldeia apareceram tropas para recrutar todos os jovens de saúde pois iria começar uma guerra. Quando conheceram o filho do camponês viram que era manco e disseram-lhe que ele não seria alistado. Os vizinhos disseram ao camponês que ele tinha tido imensa sorte. E o camponês respondeu - Talvez..."

 

Entretanto encontrei na internet formas semelhantes de contar esta mesma história mas todas elas transmitem a mesma mensagem:

Quando nos acontece algo, definimos imediatamente se isso foi bom ou mau, se tivémos sorte ou azar. Mas nós não conhecemos o futuro, o contexto pode mudar e aquilo que pensámos previamente ter sido bom ou mau, também se pode alterar.

Então tudo é relativo. Podemos ter falhado uma entrevista para depois conseguir um lugar num local ainda melhor. Uma relação pode acabar e parecer o fim do mundo mas isso poderá ser uma oportunidade para conhecer alguém especial. Até uma pessoa que fique desempregada pode tentar desafiar-se a encontrar um novo caminho que a deixe mais feliz. Quantas pessoas não criaram o seu pequeno negócio numa destas situações?

 

Depois de ter ouvido este conto, assim que me apercebo que estou a sofrer por antecipação, a imaginar uma catástrofe, tento relativizar... Nunca é tão mau como imaginei e, afinal, mesmo que corra mal, até poderá vir a revelar-se numa coisa boa, ou numa nova oportunidade, mais tarde.

 

 

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25
Set20

Uma conversa à volta do tema 'Medicinas Alternativas'

Ontem participei na Science Camp sobre Medicinas Alternativas.

Resumidamente, a Science Camp consiste na apresentação de um tema por um especialista da área, seguido de uma discussão entre os inscritos que terão de apresentar argumentos a favor ou contra determinada frase. Ontem a apresentação foi feita pela Dra. Joana Almeida, socióloga e doutorada na área das Medicinas Alternativas.

A frase que recebemos para comentar foi:

"O efeito placebo justifica a comparticipação dos medicamentos homeopáticos pelo Estado"

 

pelo que, como poderão imaginar, deu pano para mangas!

 

Na parte final, apresentámos os argumentos a favor e contra. Entre os "contra" surgiram, por exemplo:

- O efeito placebo não é suficiente para comprovar a eficácia dos medicamentos homeopáticos. E mesmo que o efeito placebo resulte num maior bem-estar psicológico, os medicamentos tradicionais também provocam um efeito placebo.

- O Estado não consegue contribuir suficientemente para a medicina tradicional, pelo que o apoio à Homeopatia resultaria num encargo económico acrescido, nomeadamente para todos os contribuintes.

- A segurança destes "medicamentos" não está assegurada. Poderão ocorrer efeitos secundários ou inibição de medicamentos que o doente esteja a tomar.

 

Mas, apesar da Homeopatia ser tão controversa, existem outras Medicinas Alternativas mais aceites pela comunidade médica como a Acupuntura e a Osteopatia.

Mesmo o Reiki já é utilizado no Hospital de São João no Porto e no IPO do Porto e de Lisboa, através de voluntários que o fazem em doentes oncológicos.

 

Surgiu ainda a questão da população estar cada vez mais envelhecida e o impacto que a dor crónica tem, no dia-a-dia, de um doente. Fiquei a saber que procurar solução na alimentação, o caminho que eu escolhi e que tem tido sucesso (já não tomo qualquer medicamento para a dor) também é considerada medicina alternativa. Além de mim, outros participantes mais novos (na casa dos 20's) partilharam como tinham conseguido através da alimentação deixar de sentir dor crónica.

Daí surgiu a questão: se resulta, por que razão este processo não é acompanhado pelo médico e temos de ser nós, sozinhos, a procurar informação e decidir quais são as melhores opções? Quantas pessoas não estarão a sofrer dor crónica, a procurar solução apenas nos medicamentos por não conhecerem o efeito, bom ou nocivo, que os alimentos têm no organismo?

 

A vontade que sempre tive de ir partilhando o caminho que vou fazendo, o que resulta ou não, cresceu ainda mais. 

Já são várias as pessoas que vão perguntando... mas o que fizeste? Em que consiste? O que deixaste de comer?

Acima de tudo, consiste em ouvir os sinais que o nosso corpo nos vai dando. Por exemplo, basta ser fumadora passiva para começar a sentir dor nas articulações dos meus dedos, pelo que evito locais onde vejo pessoas a fumar. Se bebo menos água, ou como qualquer coisa com glúten, os meus intestinos dão logo sinal. É preciso é estar atento e refletir "Que comi hoje diferente que possa estar a causar isto?"

 

Se é a primeira vez que me lês, poderás encontrar no separador "Desafios Semanais" algumas sugestões para uma vida mais saudável.

Para os que já seguiam os desafios, eles irão voltar em breve!

 

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26
Mai20

Maior Produtividade com a Técnica Pomodoro

Conhecem aquela sensação de chegar ao final do dia e sentir que poderia ter sido melhor aproveitado? De parecer que o tempo voou e pouco fizémos?

E quando tratámos de imensa coisa ao mesmo tempo mas, no final do dia, nada ficou resolvido...?

 

Venho partilhar convosco uma técnica que me ajudou imenso a melhorar a produtividade, a Técnica Pomodoro. Conheci-a há uns bons anos e funcionou tão bem comigo que, ainda hoje, a utilizo!

Esta técnica pode ser aplicada em diversas situações: no local de trabalho, no estudo para os testes ou exames, na arrumação da casa, e por aí fora... No fundo vem permitir duas coisas essenciais:
 
  • Momentos de pausa para podermos descansar o cérebro e, assim, assimilarmos melhor a matéria estudada ou o trabalho desenvolvido.
  • Maior concentração, pois as distrações ficam limitadas aos tempos de pausa, seja com uma música, uma conversa rápida com um colega, uma pesquisa na internet que nada tenha a ver com trabalho, uma pausa para o café, ou apenas esticar um pouco as pernas, já que não devemos estar, durante muito tempo, sempre sentados.

 

E como funciona?

A Técnica Pomodoro consiste em fazer pequenos intervalos ao longo de um dia de trabalho.
Por cada 25 minutos de trabalho, faz-se uma pausa de 5 minutos. E, durante esses 25 minutos de trabalho, fazemos apenas isso: Trabalhar! Sem interrupções. Sem nada que nos distraia.
 
Para controlar os intervalos de tempo de trabalho e de pausa, podem usar o site Tomato Timer, um site de uso gratuito e de utilização simples. 
 

tomato timer.png

 

Para iniciar os 25 minutos de trabalho, têm apenas de clicar em "Start" e assim que os 25 minutos terminam, recebem um sinal sonoro para iniciarem a pausa de 5 minutos, clicando em "Short Break".

Após um ciclo de 1H25 (25+5+25+5+25), faz-se uma pausa maior, de 10 minutos.

 

Este ciclo resulta muito bem comigo, quando estudo. Durante os 25 minutos consigo estar sempre concentrada e apercebi-me que, com pausas de 5 minutos, consigo descansar e interiorizar a matéria. Raramente, preciso voltar atrás e reler alguma coisa para a perceber melhor.

 

A vantagem deste site é que se ajusta a todos! Podes definir outros tempos de trabalho e de intervalo, caso os 25+5 minutos não se adequem a ti

 

 
 
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14
Mai20

Método Vesúvio - Cada Coisa no Seu Sítio

Hoje venho mostrar-vos algumas imagens do meu antigo quarto, após ter colocado o método Vesúvio em prática.

Como já sabem, no passo Categorizar, é importante definir espaços específicos para guardar cada tipo de artigo.

O primeiro espaço que criei foi para "Roupa de Cama":

 
Antes tinha os lençóis e a restante roupa da cama guardada em duas prateleiras mais apertadas e o edredão numa terceira prateleira de outro armário. Por outro lado, as minhas malas estavam todas amontoadas numa prateleira larga...
 
Tirei-as de lá, seleccionei as malas com que iria ficar - ainda tinha malas que usava quando era muito nova (repararam na japonesa?) - e decidi que a prateleira larga faria mais sentido para a roupa de cama. Assim conseguia colocá-la toda lá, sem a dispersar por vários locais.

 

Neste armário de duas prateleiras tinha de tudo um pouco: livros, velas, filmes e séries, baralhos de cartas, corda para saltar, comandos da consola Wii e miniaturas de perfumes...
 
Agarrei num caixote vazio e transferi tudo para lá. Decidi que este armário passaria a ser o espaço exclusivo para filmes, séries e jogos.


Anotei ainda todos os espaços que tinha por criar:
  • Utilização frequente (canetas, lápis, tesoura, furador, agrafador, fita-cola, etc.)
  • Música
  • Trabalhos manuais e Costura
  • Livros
  • Faculdade
  • Roupa
  • Malas
  • Sapatos
  • Acessórios
  • Praia
  • Desporto
  • Malas de viagem

 

Já definiste os teus espaços em alguma divisão de tua casa? Ou no teu quarto?

 

 

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13
Mai20

Método Vesúvio - Armazenar

Depois de Simplificar e Categorizar, chegamos à terceira e última etapa do Método Vesúvio: vamos arrumar as coisas de forma organizada.
 
Esta última etapa, Armazenar, consiste em arrumar todas as coisas, que já se encontram agrupadas por categoria, num local próprio.

 

Na etapa anterior, foram definidos os locais para cada categoria. Vamos ver então o que falta fazer... será apenas arrumar?
 
Existem outras questões que têm de ser trabalhadas nesta fase:

 

- Espaço para Armazenar:
Por vezes, a desarrumação deve-se à falta de espaço para arrumar cada coisa. Por exemplo, vários livros empilhados numa cadeira indicam, provavelmente, falta de prateleiras dedicadas aos livros. Mas antes de se comprar mais uma estante, é muito importante verificar se o problema real não será a quantidade, por exemplo, de livros.

 

- Armazenar de forma visível:
Quando os objectos são arrumados numa caixa, que ficará dentro de um armário, essa caixa deverá ser transparente.
 
 
- Etiquetar e outras Estratégias:
Da mesma forma que se etiquetaram as prateleiras e móveis para construir o inventário na etapa anterior, pode-se utilizar um esquema semelhante nas caixas de arrumação mas, desta vez, para indicar o que cada uma contém.

Por exemplo, há quem tenha uma foto de cada par de sapatos colado na caixa onde se encontram, para evitar ter de abrir todas as caixas para encontrar um par específico.

 

- Guardar num local “à mão”:
Por último, quando se definem os locais de arrumação, é muito importante que cada categoria fique próxima do local onde os objectos são usados. Por exemplo, junto à mesa de trabalho deverão estar os objectos que são mais utilizados aí como, por exemplo, caneta, lapiseira, borracha, papel, agenda, etc.
Existe uma forma fácil de determinar quais são os objectos mais importantes em determinado espaço:
Por exemplo, junto à mesa de trabalho, esvaziam-se todas as gavetas ou prateleiras que se encontram próximas e a própria mesa de trabalho. Durante uma ou duas semanas, tudo o que for utilizado, coloca-se nesses locais de arrumação. Tudo o resto pode ser arrumado noutro local.


Espero que tenhas gostado desta série de três posts sobre o Método Vesúvio e que te possa ajudar nas arrumações!
 
 
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12
Mai20

Método Vesúvio - Categorizar

O 2º passo do Método Vesúvio consiste em agrupar as coisas que decidimos guardar, por categoria.
 
No livro de Sandra Felton, Winning the Clutter War, são sugeridas algumas categorias como:
  • Fotografia
  • Música
  • Artes Manuais
  • Culinária
  • Correspondência
  • Materiais de Reparação

 

Depois de definires as que mais sentido fazem para ti, falta apenas definir um lugar para cada categoria e arrumar tudo no sítio correspondente.

 
Eu era uma daquelas pessoas que empilhava tudo. Podia parecer que tinha sempre tudo desarrumado mas, regra geral, sabia onde estava cada coisa porque, de alguma forma, memorizava a ordem pela qual as tinha colocado.
 
O facto de ter de arrumar todas as coisas dentro de armários fazia-me alguma confusão. Como é que eu ia encontrar aquilo que precisava se deixava de estar à vista, como sempre? No livro, acabei por descobrir que este é um receio natural entre as pessoas mais desarrumadas e que, para isso, também há solução!

 

O truque é criar uma espécie de inventário. As prateleiras, gavetas e outros locais de arrumação são numerados e cria-se uma lista com a categoria que corresponde a cada local. No meu inventário, decidi complementar a informação com um esboço dos armários que tenho, junto a uma das paredes do quarto.
 
 
 

Talvez tenha sido um exagero numerar todas as prateleiras e gavetas do meu antigo quarto mas foi o único sistema que resultou! 

 
 
E vocês, que acham disto? Será que existe uma linha que separa a arrumação da obsessão pela arrumação?
 
No livro, referem que os desarrumados têm medo de transitar para o outro extremo!
 
 
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11
Mai20

Método Vesúvio - Simplificar

Em que consiste então a 1ª etapa do Método Vesúvio? Simplificar?


Para organizar uma casa, uma divisão ou apenas um armário ou uma gaveta, devemos começar por Simplificar.

Simplificar consiste em separar as coisas que queremos guardar, das que devem ser eliminadas de nossa casa. Para alguém menos desarrumada, basta aplicar isto a uma gaveta, enquanto a pessoa mais desarrumada já terá vários caixotes cheios, se já tiver começado a destralhar a casa pelo Método Vesúvio. 
 
Construí um diagrama muito simples que sumariza o mais importante desta etapa: se há um objecto que não é útil, ou que não achamos bonito ou especial, ele está apenas a ocupar espaço em nossa casa.

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Para poupar tempo e ser mais eficiente, deve-se utilizar:

  • Uma caixa "guardar": esta serve para colocar todos os objetos que estejam no local errado. Por exemplo, se estivermos a arrumar uma gaveta, tudo o que não pertença a essa gaveta, é colocado nesta caixa. Assim que a gaveta estiver limpa e arrumada, dá-se uma volta à casa com a caixa para arrumar cada objecto no seu lugar.
  • Uma caixa "vender/oferecer": para todos os objetos que estejam em boas condições mas que não sejam usados com frequência ou que não sejam especiais.
  • Um saco de lixo
 
Dicas a reter!
  • Todos os objectos que são úteis mas raramente utilizados, são eliminados! Nestes incluem-se, por exemplo, uma caneta que só escreve de vez em quando ou uma máquina de café que só se usa duas vezes por ano.
  • Quanto à caixa "vender/oferecer", esta deve ser fechada para não haver tentações. Quando são artigos que vou oferecer nos anos ou natal, embrulho imediatamente.
  • Em casos pontuais, poderá ser utilizada uma terceira caixa para os objectos alvos de uma grande indecisão. Essa caixa deverá ser marcada com uma data posterior. Até lá, sempre que um objeto dessa caixa faça falta, deverá ser retirado. Chegada a data da caixa, tudo o que esteja lá, deverá ser oferecido ou vendido.

 

 

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10
Mai20

Os 3 'S' do Método Vesúvio

Já vos falei no livro "Winning the Clutter War" e no Método Vesúvio para destralhar, neste post.
 
O Método Vesúvio já me ajudou imenso. Comecei por pô-lo em prática no meu antigo quarto, que era um caos... Tinha tentado arrumá-lo várias vezes mas não tinha uma estratégia e era tanta coisa, que acabava por ficar frustrada e desistia.
 
Quando descobri o livro "Winning the Clutter War" saltei logo para este capítulo e descobri os 3 "S" do Método Vesúvio:
  • Simplify - Simplificar
  • Sort  - Categorizar
  • Store - Armazenar

 

Então, o Método Vesúvio tem 3 fases:

  1. Simplificar - Separar as coisas que queremos guardar, das que vão ser doadas ou vão fora.
  2. Categorizar - Agrupar as coisas por categoria.
  3. Armazenar - Como o próprio nome indica, falta apenas arrumar as coisas de forma organizada.
 
 
Nos próximos posts vou partilhar, com mais detalhe, aquilo que aprendi em cada uma destas etapas. Espero que gostem e que vos possa ajudar também!
 
 
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